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Palavras Soltas...

As palavras podem significar muito, ou podem significar nada! Podem ser boas ou más... mas nunca deixarão de ser proferidas!

Palavras Soltas...

As palavras podem significar muito, ou podem significar nada! Podem ser boas ou más... mas nunca deixarão de ser proferidas!

30
Nov12

Gostar de ajudar os outros é...

ser benfiquista e colocar um "Gosto" na página do Sporting Clube de Portugal só para ajudar um conhecido a ganhar um bilhete, e vejam só, o bilhete é para o jogo entre Benfica e Sporting.

É óbvio, que pus lá o "Gosto", mas no fim de participar no concurso cliquei logo no "Não Gosto"... Eu lá quero saber as notícias do Sporting, é que nem durmo só a pensar nisso...

Agora a sério, espero mesmo que ele consiga ganhar o bilhete e que vá ver o joguinho, que se divirta muito, mas que ganhe o meu BENFICA!

 

28
Nov12

Como eu concordo com isto... #6

Acabei de ler este texto no blog a cóco na fralda e tive de vir publicá-lo aqui, porque me revejo nestas palavras:

 

«... sinto que sou mais amiga dos meus amigos do que eles são meus. Não todos, mal seria. Mas às vezes apanho com cada desilusão que mais parece um balde de gelo. Geralmente esperneio. Queixo-me. Zango-me. Não sou de dizer mal nas costas. Sou de dizer na frente. E, graças a isso, já tive alguns dissabores. Mas uma das coisas boas que isso me trouxe foi, justamente, a de voltar a ter mais perto de mim uma amiga que estava quase-quase a esgueirar-se da minha vida para fora. Às vezes não há como dizer ao outro: «Olha, estás a ser um amigo da treta, sabes? Quis-te aqui e onde estavas? Senti-me sozinha e tu nem soubeste de nada. Estive mal e não pude contar contigo. Porquê?»
Porque, na verdade, é fácil cometer erros e não se dar por eles. Se eu negligenciar uma amizade, por andar muito centrada nas minhas coisas, e se esse amigo não me disser nada, o mais certo é eu nem dar por isso. E se calhar a sua zanga aumenta, cresce e, sem que eu dê por isso, a nossa amizade apodrece e morre. Por isso, por que não conversar sobre o assunto antes que seja tarde demais? Acho que faz falta dizer. Falar. Dizer ao outro: Amo-te. És importante para mim. Preciso de ti. Sinto a tua falta. Foste o pior amigo do mundo. Estou chateada contigo.
Afinal, já diz o ditado popular: «A falar é que a gente se entende». E, parecendo que não, o povo sabe muito. »

23
Nov12

Ideias

 

Há alturas em que me faltam ideias para post's aqui no blog, mas também há outras em que me surgem umas 3/4. Por vezes, surgem à noite quando ando na cama a rebolar até conseguir dormir.

A questão é que de manhã quando me levanto só me lembro de metade das ideias (brilhantes) que tive. Acho que tenho de começar a levar um bloco de notas para a mesa da cabeçeira.

A almofada ajuda-me a ter criatividade! (ou então não...)

15
Nov12

Há manifestações e manifestações...#2

Palavras d' O Arrumadinho com as quais concordo:  

«O que vi, pela televisão, não foi uma manifestação — essa decorreu durante todo o dia, em várias cidades do país, de forma mais ou menos ordeira. O que se passou no Parlamento foi um atentado à democracia premeditado e executado por criminosos de cara tapada. Durante mais de uma hora, as imagens televisivas mostraram várias pessoas ajoelhadas na calçada tentando, calmamente, retirar todas as pedras que conseguiam arrancar, arremessando-as, depois, contra uma fila de polícias que se protegia atrás de escudos. As dezenas de criminosos fizeram tudo isto, repito, de forma premeditada, com o único intuito de originar violência, de ferir pessoas, e não de demonstrar qualquer posição política. A liderar esta facção estavam elementos dos chamados "Anonymous", um bando de delinquentes cobardes que usa umas máscaras, e que acha que é destruindo coisas e causando medo que se consegue qualquer coisa (na verdade, eu acho que eles só acham cool este show off e aparecerem na televisão). Sobre o ataque à polícia, volto a dizer que uma coisa é uma pessoa ser agredida e, na hora, agarrar a primeira coisa que tem à mão e atirá-la ao agressor, e outra, muito diferente, é estar ali durante quase duas horas a arrancar pedras da calçada para as poder atirar contra os polícias, que, durante todo esse tempo, estiveram numa posição unicamente defensiva.»

(...)

«Muita gente tem usado o argumento do "com manifestações pacíficas não se consegue nada, e isto é preciso". Acho este o argumento mais absurdo e inoportuno de sempre. A essas pessoas deixo duas perguntas:

1. E as manifestações em que se parte tudo, incendeiam carros, agridem pessoas, resolvem o quê? Que grandes conquistas políticas ou sociais é que se conseguiram dessa forma em Portugal? Venham os exemplos. Ajudem-me, que eu não me recordo.

2. As manifestações pacíficas não resolvem nada? A sério? E têm a coragem de dizer isto dois meses depois da maior manifestação de sempre em Portugal, em que participaram quase 800 mil pessoas, em que não houve um acto de violência, em que nas ruas estava o povo, e não a CGTP, os trabalhadores, os insatisfeitos, pais, mães, filhos, avós, todos. Lembram-se porquê? Foi há 2 meses! Foi por causa da TSU. E o que é que se conseguiu com essa manifestação pacífica e ordeira? Que a medida não avançasse. Sim, as manifestalções pacíficas resolvem coisas. Como é que se fez o 25 de Abril? Sem uma bala, com cravos. A não-violência é uma demonstração de força e inteligência. A violência é apenas o uso da força bruta. E contra os brutos age-se com brutalidade. Dia 15 de Setembro abraçaram-se os polícias e conseguiu vergar-se o governo. Hoje, apedrejaram-se os polícias e o que é que vamos conseguir? Nada. Os gregos andam há dois anos a vandalizar o seu país, a destruir carros e ruas, a ferir polícias, a paralisar o país e o que é que conseguiram com isso? Nada. Zero. Estão na merda, e ainda pior do que estavam. Não têm rumo nem ideias nem estabilidade nem paz nem segurança. É para aí que queremos caminhar? É essa a solução para alguma coisa?» Daqui.

Devemos fazer ouvir o nosso descontentamento seja em manifestações, ou a fazer greve, não precisamos é de usar a violência para isso.  Não é assim que nos vamos  fazer ouvir e perdemos a razão, tal como já referi no post anterior.

14
Nov12

Há manifestações e manifestações...#1


 

Existem motivos para se fazer greve e para se fazerem manifestações. São muitos os motivos para protesto, tendo em conta as medidas de austeridade. 

Mas, o que se passou hoje frente à Assembleia da República foi vergonhoso!

Aquilo que se viu, foi um grupo de vândalos a atirar pedras ao corpo da intervenção da PSP, gente que só quis provocar distúrbios.

Esquecem-se, que muitos daqueles polícias que ali estão protegidos por um escudo, são pais de familia e que também sofrem com esta crise, também têm contas para pagar.

Por mais razões que possam ter para estar descontentes, não há justificação possível para apedrejar a polícia que está ali a cumprir a sua função. Porque a partir do momento em que se parte para a violência perde-se a razão! 

Eu, tal como a maior parte das pessoas neste país, também sofro (e muito) com esta crise mas,  mais uma vez digo: Aquilo que eu vi foi uma completa vergonha!

 

*E não metam todos os manifestantes que lá estiveram no mesmo saco que aquela gente.

 

12
Nov12

Do 8 ao 80

Gosto de conversar sobre política, economia, de "discussões" sobre literatura e séries. Gosto de ter conversas mais intelectuais, gosto de jogos de cultura geral.

Gosto de aprender, de estar informada sobre o que se passa no país e no mundo e procuro estar em constante aprendizagem, porque o saber nunca é demais.

Mas, por outro lado, também gosto de conversas banais e fúteis. De vez em quando, gosto de ler uma revista cor-de-rosa, falar de moda, contar umas piadas, ou até mesmo passar os olhos pela casa dos segredos.

Gosto de ir do 8 ao 80.

01
Nov12

Convite da TVI

Recebi um convite para ir à TVI ao programa "Você na TV" com Manuel Luís Goucha e Cristina Ferreira para falar de um tema que abordei ligeiramente neste blog.

Devo confessar que fiquei espantada com o convite, mas gostei de o ter recebido. Ainda não sei é se o vou aceitar...

Quando iniciei este blog quis que fosse "anónimo", apenas os meus amigos sabem quem sou e este sempre foi um meio para poder mostrar alguns pontos de vista em relação à actualidade, falar de pequenos acontecimentos do meu dia-a-dia, fazer alguns desabafos, falar dos meus gostos, entre outras coisas.

Sempre quis manter-me "anónima" debaixo do nick Borboleta*, até porque nunca foi minha intenção expor-me publicamente num programa ou onde quer que fosse. Agrada-me a ideia de ir ao programa, mas tenho receio do impacto que possa ter no blog (caso este seja envolvido). Pode ser positivo, mas também pode ser negativo. E depois, porque sempre tentei resguardar a minha privacidade. 

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