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Palavras Soltas...

As palavras podem significar muito, ou podem significar nada! Podem ser boas ou más... mas nunca deixarão de ser proferidas!

Palavras Soltas...

As palavras podem significar muito, ou podem significar nada! Podem ser boas ou más... mas nunca deixarão de ser proferidas!

23
Jun16

Ainda sobre o caso do microfone...

...  o jornalista António Tadeia disse isto: "Ganha Ronaldo, que de repente volta a ter com ele todos os que acham que os jornalistas exageram na forma como acompanham a seleção (e são mais do que muitos pensam). Ganha a CM TV, que tem pela frente um dia no topo da atualidade. A questão é que perde o jornalismo. Com este incidente, como com as perseguições a autocarros ou com os diretos incessantes à porta dos hotéis sem nada para dizer, conseguem-se duas coisas. Uma, imediata, são audiências. Dizem-me que sim, pelo menos. Outra, mais a longo prazo mas terrivelmente importante, é diminuir o jornalista frente ao protagonista, é tirar-lhe a dignidade de que a sua missão devia estar revestida. E isso não pode ser bom."

13
Jun14

Constatação de um facto...

 Há por aí muita gente a preocupar-se mais com o que os outros fazem à sua vida,  do que a preocuparem-se com a sua.

Apontam o dedo e achincalham... Esquecem-se, que quando apontamos um dedo a alguém temos outro a apontar para nós.

Um pouco de bom senso, não sabem o que é? Preocupem-se com a vossa vida, se não têm que fazer, arranjem!

Não andem por aí a achar-se os maiores como se fossem donos da razão e a julgar a vida dos outros... Julguem a vossa!

 

Faz falta a muita gente ter um espelho em casa!

24
Jan14

Sábias Palavras...

Numa altura em que "chovem" ofertas de emprego para as pessoas trabalharem de borla, deixo-vos este artigo de opinião... 
"Borlas nunca mais

Todos os dias chegam convites para borlas. Para escrever à borla. Para falar à borla. Para ser filmado à borla. Para ser gravado à borla. Não há dinheiro, dizem. Já se sabe como é, explicam. É só por isso que pedem borlas. Se pudessem, adiantam, pagariam o que eles acham que nós merecemos: é muito.
 
As pessoas que pedem borlas não trabalham à borla. Recebem dinheiro, têm ordenados, arriscam lucros. Custa-lhes muito pedir que trabalhemos de borla — porque eles não.
Até há quem acredite que nos está a fazer um favor, achando que a borla que nos pede é uma maneira de participarmos: uma oportunidade de melhorarmos a (má) "imagem pública" que temos.
 
Há quem trabalhe de borla num projecto pelo qual está apaixonado e espera que nós, apesar de os projectos não serem nossos e de nós não estarmos apaixonados por eles, trabalhemos de borla — na esperança de que também nos apaixonemos por ela. Pois sim.
 
Os piores são os excepcionais. Mandam mails a dizer que sabem que detestamos borlas mas que o convite deles é diferente, por ser tão fascinante. E depois pedem uma borla como todos os borlistas desde que a ideia de o trabalho ser pago foi inventada.
 
Será que a palavra convidar perdeu os sentidos? Convidar é o contrário de pedir trabalho. Convidar é aliciar para o ócio e para o prazer. Se o convite envolve despesas (ir a um restaurante) é quem convida quem paga. Agora já é o convidado.
 
Os borlistas são piores do que bullies: são os novos esclavagistas."
Miguel Esteves Cardoso
Jornal Público

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